JMJ Koln 2005 “A comunhão dos jovens”.

Já dizia a canção de Taizé “Cantai todos os povos, louvai nosso senhor…” E, acima de tudo, foi isso que sentimos no meio de tantos jovens em Colónia: A bandeira era importante; mas mais importante ainda era louvar Cristo.

Partimos para a Jornada como voluntários e integrámos uma das várias centenas de equipas que ajudou a organizar o encontro. Ao todo, cerca de 30.000 pessoas trabalharam diariamente (alguns desde as 4h da manhã) para possibilitar uma experiência inesquecivel aos 800.000 jovens (e menos jovens) peregrinos.

O povo alemão  – considerados “fechados” – entendeu o sinal dado pela Igreja Católica de que esta podia ser uma oportunidade excelente de abrir as portas a Cristo. E assim o fizeram. O acolhimento em Colónia foi bastante simpático. As pessoas mostraram-se atenciosos, preocupadas em receber da melhor forma que sabiam.

A experiência de participar numa Jornada é indescritível; ainda mais quando se tem a oportunidade de participar no encontro “do outro lado”, isto é, da perspectiva da organização. É dificil transcrever todas as emoções, alegrias, manifestações de amizade, fé, comunhão e partilha que vivemos com jovens de todo o mundo durante os 12 dias passados na cidade dos Magos.

E se já é dificil transmitir todas estas emoções, será muito mais dificil ainda falar sobre o que sentimos com a Presença do Papa.

O Papa não teve medo de apontar o caminho. Lembrou a sede de Deus do homem, as falsas respostas das religiões «faça você mesmo», apontou Cristo como meta. Simples e conciso.

A Missa foi especial. Ouviu-se Português. O Papa passou a 2 metros. Quase lhe pudemos tocar. É um homem como nós. Mas mais: Parece que todo o amor que Deus está nele concentrado. E ao simplesmente olhá-lo nos olhos somos preenchidos por esse amor, por uma alegria difícil de perceber de onde vem.

Foi uma experiência única de partilha e de comunhão com o próximo.
Em 2008 vamos a Sidney (Deus permita).

  1. Flávio 7 Dezembro, 2006 at 20:42 #

    Tudo bem que haja encontros de jovens. Mas ter a Bandeira Portuguesa com retoques chineses… Os castelos não são os verdadeiros, como estão na verdadeira Bandeira Portuguesa!!! 😉

  2. rnmoak 20 Dezembro, 2006 at 11:16 #

    Era o que havia.. E não era só a minha!

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