Manuela Ferreira Leite prepara-se para lançar hoje o seu sítio web (http://manuelaferreiraleite.pt/).
É o único candidato à liderança do PSD que tem um endereço .pt, o que, a meu ver, transmite uma imagem de credibilidade (a sua principal bandeira). Curioso, ou não, é o facto de Cavaco Silva, aquando a sua candidatura à presidência da República, ter sido o único candidato a fazer o mesmo. Na altura, www.cavacosilva.pt contrastava, por exemplo, com www.franciscopresidente.net (O primeiro foi desactivado logo depois da eleição, o último.. vejam vocês).
No e-mail enviado aos militantes, a direcção de campanha de MFL diz que:
Cara(o) Companheira(o),
No dia em que o PSD celebra o seu 34º Aniversário, a candidatura de
Manuel Ferreira Leite abre as portas do seu sítio na Internet. Não
deixe de nos visitar em www.manuelaferreiraleite.pt.Veja a mensagem em vídeo de Manuela Ferreira Leite alusiva ao
aniversário do PSD.Participe com a sua opinião, propostas e comentários. Declare o seu
apoio.
Estou convicto que começará aqui uma campanha interessante!
doutora Manuela Ferreira Leite:oxalá que possa e queira ler este comentario.Oxalá que quem o receba não esteja conlulado com o sistema,que auem o receba não pertença ao grupo da corrupção que,passo a passo vai tomando conta do nosso país.Se ainda não o fez leia o livro “com raiva no coração” da Ingrid Bettencourt.Porque Portugal precisa urgentemente deuma mulher assim.E eu(e muito mais gente) pensa e espera que você é a pessoa que terá a coragem necessária para denunciar e para travar e parar com:obras orçamentadas por 1oo milhões e que custaram 3oo(basta ler as condições dos concursos antes do 25/4/74);as reformas vitalicias com 8 anos de servicio quando trabalhadores,muitos deles arriscando mo trabalho as proprias vidas)sótem direito a uma reforma parcial e a uma percentagem pequena se tiverem cumprido 15 anos de serviço.Que terá a coragem necessaria para combater tantos desmandos semelhantes ou piores lembrando com a coragem necessária que o seu partido tambem cometeu actos desse género(alguns deles antes e agora aceites pelos representantes de todos os partidos,todos.Espero que essa coragem esteja reflectida nas suas propostas.E então mais do que ganhar o pais você ganhará o pais ,ganhará o reconhcimento dos nossos filhos e dos nossos netos e bisnetos como aquela escritora e politica ganhou no seu pais.COm os meus cumprimentos Alberto Quadros/nascido em 1927 ,agronomo reformado,com 32 anos de serviço com apensão de ap. de14oo euros.
Caro snr. Pedro Azevedo
Não sei a sua idade ,contudo, ao clarificar uma situação que está na ordem do dia “casamento de homossexuais”
com a transcrição de uma resposta do seu mestre e sábio PAI ,demonstrando o que de mau se escreve. Felismente, há gente muito atenta aos princípios e valores e que jamais deixarão descambar este pobre país para um sistema que até os próprios animais repudiam . Lembro o ” Cântico das ascensões ”
Felizes os que temem o Senhor e andam nos Seus caminhos.
Atua esposa qual videira fecunda no interior do teu lar;os teus filhos,como rebentos de oliveira ao redor da tua mesa.
E possa ver os filhos dos teus filhos.
Ernesto Carvalho da Silva Tavares ,73 anos residente na Rua D.Afonso Henriques ,3302 -MAIA os
Sra Dra Manuela Ferreira Leite,
A seguir transcrevo troca de e-mails de meu pai com o jornalista J. Sousa Tavares, acerca de um artigo publicado no DN em que o jornnalista critica a sua posição sobre o casamento de homosexuais.
Porque julgo que gostará de ler .
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Caro Snr. João Miguel Tavares:
A atracção sexual por bichos, cadáveres, crianças, pessoas do mesmo sexo, não é uma orientação sexual, mas uma desorientação sexual.Não há razão alguma para que se lhe conceda o estímulo e a consagração da lei. Aliás, o contrato de casamento nem se justificaria se apenas para proporcionar aos contraentes condições favoráveis ao exercício da sua sexualidade, como parece pressuposto nas últimas medidas legislativas sobre o divórcio. E é mais confrangedora a desorientação intelectual que se instalou nestas matérias, a incapacidade de discernir conceitos, do que a própria desorientação homossexual.
O seu artigo no DN de hoje, dia 8, mero gracejo, parece resultar dessa confusão de conceitos…
Tentando clarificá-los:
I – CASAMENTOS HOMOSSEXUAIS – O QUE É ISSO ? Os contratos legais ( entre os quais o de casamento ), não se destinam a formalizar paixões ( sentimentos amorosos, atracção sexual…). Destinam-se, muito prosaicamente, a reconhecer e regular situações de impacto social.
Para celebrar sentimentos, não são necessários contratos. Bastam festejos.
Ora o interesse social que está na génese do actual contrato civil de casamento é diverso do interesse social que possa haver na comunhão de vida entre pessoas do mesmo sexo. ( digo “na génese”, porque esse interesse social tem vindo a ser gradualmente desatendido por sucessivas medidas legislativas; e refiro-me a “mesmo sexo”, em contraposição a “sexos complementares”, e não “mesma sexualidade”, porque a lei não pode condicionar o acesso a qualquer contrato em atenção à sexualidade dos contratantes: nada impede já que um homossexual se case…) O contrato civil de casamento não visa, pois – nem poderia visar – a protecção, regulação ou celebração da sexualidade dos contratantes. Mas sim, ou por causa delas, as situações, as consequências que normalmente resultam da diferença dos sexos.
Ou seja, trata de proteger juridicamente (embora cada vez menos… ) a natural coesão advinda dos laços de sangue – coesão essa que sempre constituiu a célula base de uma sociedade harmonicamente organizada.
Não tira que esses laços de sangue eventualmente se não concretizem ou haja mesmo impossibilidade de ocorrerem ( ao legislador não cabe, e normalmente nem pode, perscrutar os sentimentos ou estado físico dos nubentes: nada impede casar por mera conveniência económica, por razões de consideração pública, etc ).
Mas, suprimido que se imagine aquele dito propósito legal, logo se verá que o casamento/contrato não teria tido jamais razão de ser.
É claro que esse interesse social, fulcral na génese do contrato de casamento, inexiste no caso de identidade de sexos dos contratantes.
Pode haver, e há com certeza, neste caso, outros interesses, que até poderão alguns coincidir com os que o contrato de casamento ajunta àquele que o caracteriza e justifica.
Interesses que, todavia, são comuns a todo e qualquer cidadão, independentemente da sua orientação sexual. A sexualidade, em si mesma – mistificadora bandeira dos movimentos gay – não é razão para contrato algum.
De alguns desses interesses dá conta a Lei nº 6/2001, de 11 de Maio.
Ora:
Para protecção de interesses diversos, contratos diversos. Não é uma questão de nomes. É, além do mais – e seria bastante – uma questão elementar de técnica jurídica.
:
II Mais pormenorizaamente
A
Oactual contrato de casamento não discrimina ninguém em função do sexo. Discrimina qual dos sexos ?… Não só não discrimina, como a sua própria natureza absolutamente o impede, uma vez que o recurso ao contrato só é viável na exacta proporção de homens e mulheres. Como se concebe uma discriminação em função do sexo que atinja simultâneamente e em igual medida homens e mulheres ? Adivinha-se a confusão: o contrato discrimina, não propriamente em razão do sexo, mas sim da sexualidade. Nova tolice. Acaso um homossexual não pode casar-se ? Ou uma lésbica ? Ou um com o outro ? Ou um eunuco ? Ou um pedófilo ? Ou um abstinente ? Que tem a ver a lei ou o conservador com o líbido dos contratantes ?! Exigem certidão da junta de freguesia ? Atestado médico ? O contrato de casamento civil abstrai pois, por completo, de orientações sexuais. Se um homossexual não quer casar-se, não é porque a lei lho vede: é porque não lhe interessa, é porque não lhe convém. Coisas completamente distintas. Os sentimentos pessoais de cada um, tal como as demais variadas razões porque se casa ou não casa (políticas, económicas, de mero prestígio social, ou quaisquer outras), são indiferentes para a lei, E se para a lei são indiferentes, se não produzem quaisquer efeitos jurídicos, como podem ser discriminatórios ? Ou teremos de consagrar um novo princípio jurídico: ” Todos os contratos são discriminatórios das pessoas a quem eles não convenham “… O contrato de trabalho passa a discriminatório das pessoas que não possam trabalhar; o contrato de ingresso nas forças armadas a discriminatório das pessoas que tenham horror às armas; o de transporte aéreo quanto aos aerofóbicos; o de edição quanto aos analfabetos…
B
Dir-se-á: – importa, então, criar um novo contrato que permita vincular entre si pessoas do mesmo sexo para uma comunhão de vida ?Se sim, então: 1º – Não é viável que esse contrato seja exclusivo de homossexuais e lésbicas. Não pode ficar condicionado à sexualidade dos cidadãos nem inspirar-se nela. Repete-se o que se salientou atrás: os sentimentos de cada qual são do seu foro íntimo, insusceptíveis de condicionar direitos e deveres legais. Necessariamente que tal contrato terá, pois, de ser acessível a qualquer cidadão, tal como o casamento o é. 2º – A um novo contrato deve corresponder nova designação. Chame-se-lhe, por exemplo, “comunhão de vida” ou equivalente. Afinal, já a comunhão de vida está prevista na lei, independentemente do sexo e da formalização, para efeitos fiscais e vários outros ( Lei nº 6/2001, de 11 de Maio ). É questão de se lhe fazer corresponder a forma legal de contrato e conferir-lhe maior amplitude. Claro que o legislador pode sempre atribuir a mesma nomenclatura a realidades diversas: poderia, por exemplo, chamar arrendamento ( de renda zero ) a um empréstimo de imóvel; ou apelidar de venda ( a preço zero ) a respectiva doação… Mas faria mal.
C
A diversidade morfológica dos sexos, o sistema reprodutor, como esta mesma designação traduz, tem por óbvia finalidade biológica a continuídade da espécie. Consequentemente, é essa a função do impulso que induz ao funcionamento do sistema. De modo que a atracção sexual entre indivíduos do mesmo sexo, porque desajustada desse objectivo natural, constitui uma disfunção: ou congénita (um erro da natureza ) ou disfunção adquirida ( um vício ). Seguramente com prevalência do segundo caso, já que os nossos vícios são bem mais vulgares do que os erros da natureza… Da mesma forma que são disfuncionais – embora, claro, em grau distanciado e supremo – os casos conhecidos de atracção sexual por cadáveres ou por bichos… Ora não se vê por que elevar à dignidade da “mais importante e a mais grave das instituições de direito privado de todos os povos, ainda os mais atrasados” ( Cunha Gonçalves, Tratado de Direito Civil , vol VI, p. 43 ) determinada realidade em atenção a um distúrbio; ou, ainda que assim se não considere, em atenção a uma disposição subjectiva destituída de qualquer utilidade social. Tão destituída que não consta que, através dos milénios, latitudes, civilizações ou culturas, a partilha de vida íntima entre pessoas do mesmo sexo tenha suscitado específicos rituais, celebrações, ou regulamentações … senão negativas. Justamente ao invés do que sempre assinalou a união entre homem e mulher.
Renato de Azevedo
(advogado)
Largo Baptista Coelho, 31
4780-370
Santo Tirso
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Caro Renato Azevedo
O seu mail dá razão àquela teoria de que primeiro nós temos as certezas e depois vamos à procura dos argumentos que as fundamentem. Louvo-lhe a inteligência e a capacidade de argumentação, mas você parte do princípio que a homossexualidade é uma desorientação sexual, o que eu não considero aceitável. Aliás, fala de “sociedade harmonicamente organizada” como se ela alguma vez tivesse existido, depois de Eva ter trincado na maçã. E a sua invocação da história é descabida, tendo em conta que também temos atrás de nós milénios de escravatura e até há 50 anos os negros americanos tinham de se levantar nos autocarros para os brancos se poderem sentar. Foi uma punhalada numa loooonga tradição, certo?
Os melhores cumprimentos,
João Miguel Tavares
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Prezado João Miguel Tavares:
O primeiro período do seu mail – que me desvanece pela atenção que dedicou ao meu texto, raro procedimento de outros nas mesmas circunstâncias – dá razão à teoria de que vemos o cisco no olho alheio e não vemos a trave no nosso… Não julgar aceitável que a homossexualidade seja uma desorientação sexual, não constitui argumento; nem o meu amigo tem qualquer obrigação de mo expor. Eu baseio-me nas conformações anatómicas que me não deixam alternativa… Concordo consigo em que a sociedade tem sempre andado desorganizada. Convém que não a desorganizemos ainda mais. O paralelismo entre a situação dos escravos e a dos homossexuais, que podem liberrimamente comportar-se como entendam, parece-me ligeiramente desajustada… E verifica-se, até, um fenómeno curioso: enquanto os nossos lídimos governantes procuram libertar o casamento dos mínimos resquícios opressivos, a ponto de ser mais fácil despedir o cônjuge do que despedir o empregado – os homossexuais desunham-se para trocar a alforria de que gozam por essa ainda desagradável prisão ! Muito seriamente, caro Miguel Tavares: a razão dos movimentos gay não é jurídica, mas freudiana – branquear a anomalia. Julgo que as nossas posições estão suficientemente explicitadas. Mais uma vez, obrigado pelos seus comentários. Com toda a consideração,
Renato de Azevedo
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Caro Renato de Azevedo
Continuo a louvar-lhe a inteligência, mas eu sou manifestamente mais sensível às pulsões da carne. Não concordo com o celibato dos padres nem acho que se possa pedir a um homossexual uma vida de abstinência. Concordo consigo quando diz que há muito de freudiano no desejo dos homossexuais casarem, mas todos nós temos alguma freudianice para resolver – por que não havemos de deixar que eles resolvam a deles da maneira que entendem, se isso em nada afecta a minha liberdade?
Os melhores cumprimentos,
João Miguel Tavares
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Essa não, caro Miguel Tavares !! Alguma vez foi necessário o casamento para satisfazer as pulsões da carne ?! Alguém exige abstinência aos homossexuais ?! Alguma vez as leis se destinaram a satisfazer caprichos ?! Ou complexos freudianos ?! Se alguém sentir pulsões da carne pelos dois sexos, vamos aceitar um casamento a três ?! Acaso fere a nossa liberdade ?! Não vejo para que chama aqui os padres, senão para contradizer-se. Se eles ( e as freiras, coitadas, tão esquecidas pelos críticos…) escolheram uma vocação que implica abstinência, que temos nós com isso ? Tolhe a nossa liberdade ? Não desviemos o assunto… Tenho de agradecer-lhe as referências que faz à minha suposta inteligência. Mas, como respondeu um cientísta a quem perguntaram como resolvera um complexo problema: – ?Não foi questão de inteligência, foi pensando muito no caso.?
Julgo que está tudo dito de parte a parte.
Cordiais saudações. Renato de Azevedo
Assim como tenho de agradecer a atenção que me dedicou.
perdao nada fàço incognito,mas sem intençao por vezes fàço derivado aos anos ,,,1937 até agora e até quando? lembrem-se todos que todos somos portugueses,e os homens nao se medem aos palmos,,em portugal quem nada saiba fazer se tem cunhas ou padrinhos tem o tacho garantido o tacho ou o tàrro,eu fui e sou unico e nao suportei nenhum patrao ou mulher mnha mais de 5 anos isto por falta de educaçao que nao recebi até sempre portugal e alentejo au revoir chicoredondo@hotmail .fr
bonjour chere madame,d,apres avoir lu les comentaires dans votre site, digo se baixarem os impostos quem pàga a policia a gnr e outros mais o que hà a fazer é co’rtar cértos tachos sem utilidade que existem unicamente apandrinhados hà portugueses que de maneira nenhuma querem compreender que portugal é pequeno,e tem a mégalomania na bola,se ao menos tivéssem bolas em vez de ervilhas,pois nao entràvam tanto na vida dos outros,falàr é um desafogo eu o unico afogo que tenho por vezes é a falta de àr nas àlgibeiras,por isso ,voua avez la cote en avant les às,,minha senhora sou alentejano do redondo e gosto de viver no mundo actual evidentemente com a tecnologia existente,,,,chicoredondo au revoir portugal esqueci-me de dizer sou vélhote,fisicamente mes espiritualmente tenho toda a gràça divina,que tudo vos corra bem é este meu desejo até sempre potugal
Sem dúvida alguma Manuela Ferreira Leite, tem toda a razão!…
Como é que serão pagos tantos investimentos que o Governo anda a fazer?
Como será o futuro das novas gerações?
Com que medidas o Governo pode pagar todas estas dívidas?
São perguntas as quais o próprio Governo não sabe responder e nem sabe onde se meteu!…
Precisamos do João das Regras ,da nossa época.
A nossa governança caminha para a anarquia e falta de ética,( mesmo daqueles que divulgam a sua defesa).
Sócrates vai inaugurando a primeira pedra, para obras a realizar na próxima década e a pagar até ao fim do século!…
Quem determinar as Regras de que precisamos,não
poderá ser popular…
Cuidado !… que a fome está perto de chegar!…
É de recordar Palma Carlos, quando afirmou que o país estava ingogernável…
Permita-me não concordar, consigo, quando li, agora, que V. Exa. terá dito que o PSD é um partido de alternância do Poder. Não, Drª., o PSD é “o” Partido do Poder! É assim que eu entendo. O “outro” sim, é o Partido da Alternância.
Melhores felicidades, neste Congresso.
Cumprimentos
Cara Drª.
Verifico que este “sítio”, está parado. Talvez outro esteja a “andar”. De qualquer forma, tenho-me feito, ler, nos comentários às notícias dos jornais, que intereçam ao Partido. Ainda agora reagi à polémica, no “Público” à situação do deputado Rangel. Os seu acessores, decerto, estarão atentos. Também a Distrital de Faro, mereceu o meu comentário. Tentarei contribuir, na medida do possível. Cumprimentos.
Desculpe os erros de grafia. Não fiz a revisão.
Talvez um pouco tardiamente, passaram mais de 24 horas, dou-lhe os meus parabens. Muitas dores de cabeça irá ter. Por uma boa causa. Queira dispôr dos meus fracos préstimos. Estou velho para estas lides, mas estou ao seu dispôr. Conte comigo, para o que der e vier.
Permito-me enviar-lhe o meo abraço sincero. Estarei aqui, para lhe enviar, sempre que me aperceber, os “alertas” que me parecerem relevantes. Bem haja, pela esperança que rdevolveu, aos Portugues, em geral, O meu obrigado.
O PPD/PSD renasceu e o povo português está de parabens, porque começa a germinar um novo rumo ,com determinação e sentido de responsabilidade.
A Dra Manuela Ferreira Leite tem um enorme fardo aos ombros ,mas estou certo que conseguirá distribui-lo por uma equipe ,que sob a sua orientação conduzirá a bom porto de salvamento-
Felicito a primeira mulher portuguesa dirigente de um partido político.
A imagem que dá de si é uma esperança para o país.
LNV ( sem partido político)
Sou director de campanha no Porto de apoio á Drª M.F.L..
Sinto que o Partido vai superar todas as dificuldades internas devido ao seu respeito , verticalidade e credibilidade extensivo ao seu mandante no Distrito do Porto Dr. Rui Rio e outros sem excepção ,que levarão a todos os militantes e Portugueses o sentido da responsabilidade para que todo o PPD/PSD encontre estabilidade e governe este País depauperado como já é reconhecido por iminentes figuras do P.S .
Sou social-democrata desde a primeira hora. não sou filiada, mas já participei directamente em eleições, nomeadamente do Prof. Dr. Cavaco Silva, actual Presidente da Républica, dei tb apoio ao Dr. Santana Loes, mas infelizmente, este desiludiu-me, espero portante que a Dra. Manuela Ferreira Leite, GANHE estas directas, para o PPD novamente ter credibilidade e os apoiantes, simpatizantes e filiados, se unam e novamente possa ser o MAIOR partido Português. Viva a Democracia, Viva o PPD/PSD! (Já agora Dra. Manuela F. Leite, hoje ao ganhar as eleições, PEÇO-LHE reverta ao inicial logotipo do n/Partido) Saudações Social-Democraticas VD
Esta coisa de impostos, essencialmente exige grande rigor dos governos na aplicação das despesas públicas ,com elevado critério de justiça social ;é revoltante que o contribuinte sustente os grandes vencimentos e despesismo dos burgueses e chefões.
A democracia,por vezes cai no populismo irresponsável,na ânsia de conquistar votos.
È desejavel um governo socialmente justo ,mesmo que por vezes impopular.
Manuela Ferreira Leite tem o peril adequado.
Creio que o povo portugues já percebeu,oxalá as bases inscritas no PSD sejam fieis à justiça social.
Caríssimo Senhor Ernesto Tavares.
Fico grato pelo cuidado da sua resposta esclarecedora do seu ponto de vista e revelada eloquência, dando-lhe a razão que tem quanto aos desperdícios e não só, de que todos sofremos consequências. Mas baixar impostos pode significar equilibrar a carga que impede precisamente os que querem criar postos de trabalho e constituir um precioso incentivo. Mas para isso é preciso que os governantes tenham a capacidade necessária para governar a casa com pouco e tentar produzir o mais possível, o que, infelizmente, não temos visto. Daí, caro Senhor, o evidente receio.
De resto, reconheço na Dr.ª M.F. Leite impares capacidades e indiscutível honestidade. A minha opinião é apenas de cidadão comum, sem qualquer filiação partidária.
A. Moreira Rocha
O senhor A.Moreira Rocha é pertinente e com elevada educação , todavia não tem razão, no meu entender, ao dizer que a Dª M.F.L.defende a política de Sócrates em manter os impostos . Os impostos não podem baixar devido aos desperdicios desde Governo que não sabe encaminhá-los para a classe média que cria a riqueza , postos de trabalho . Além de se curvar perante os grandes impérios , não os sabe taxar . Pode estar descançado,como eu militante fundador estou ,na medida em que confio nos meus companheiros que massivamente
vão votar na competência e honestidade política de M.F.L.
Militante 857
Pedindo desculpas pela minha intromissão, só pretendo dizer o seguinte:
O País não aguenta a carga dos impostos exagerados que tem. Todos sabemos.
Se V. Exa. defende a política de Sócrates de manter tais impostos, para resolver os problemas, é porque não tem outras soluções para o País.
Queira desculpar-me mas assim não serve.
Moreira Rocha, Porto
Acabo de ver a notícia. Como avô de seis netos, dou-lhe os meus parabéns. O novo neto, decerto lhe dará ainda mais força paras as lutas que a partir de amanhã terá que travar.
Cumprimentos